Direito


Um sonho aos 17 anos? Estudar Direito.

Nunca contei esse sonho a ninguém, provavelmente teria sido alvo de deboche ou bullying, principalmente por parte de pessoas que conheciam minhas raízes e minha origem naquela época.

Afirmo que o Direito sempre despertou minha curiosidade, e algumas das áreas que me interessam são:

  • Direito Administrativo;

  • Direito Ambiental;

  • Direito Constitucional;

  • Direito do Consumidor;

  • Direito do Trabalho;

  • Direito Empresarial;

  • Direito Eleitoral;

  • Direito Previdenciário;

  • Direito Financeiro;

  • Direito Tributário;

  • Direito Civil;

  • Direitos Humanos;

  • Direito Notarial e Registral;

  • Direito Digital;

  • Direitos Reais;

  • Direito Penal;

  • Direito Romano;

  • Direito Processual;

  • Direito Internacional;

  • Prática Jurídica.

Um diferencial que me atrai: o estímulo ao questionamento, ao desenvolvimento de competências e habilidades para analisar, argumentar e exercitar a oratória. Também me interessa a capacidade de prevenir e enfrentar disputas e debates, além de conhecer métodos alternativos de resolução de conflitos.

Meu queridinho? Direito Penal.

Deboche?

Vou explicar.

Meu pai: carpinteiro, com ensino fundamental.

Minha mãe: dona de casa, faxineira, também com ensino fundamental, inserida em uma realidade familiar marcada pelo patriarcado.

Ambos vieram do interior, de origem rural, e migraram para São Paulo em busca de melhores condições de vida.

Esse era o meu contexto familiar e social. Diante daquele panorama, as possibilidades de realizar o sonho de estudar Direito, ao concluir o Ensino Médio, pareciam praticamente inexistentes.

Compreendo perfeitamente aquela realidade. Não tenho vergonha das minhas origens, tampouco de quem sou. Apenas reconheço que, naquela época, minhas condições não favoreciam a realização daquele projeto.

Pensando na Justiça...

Não acredito que tudo se resuma a castigo ou recompensa. Acredito na responsabilidade pelos próprios atos e em suas consequências.

Acredito que existe a verdade. Acredito que existe a Justiça.

Um dos conceitos jurídicos que me chama a atenção é o crime de exercício arbitrário das próprias razões, previsto no artigo 345 do Código Penal.

Art. 345 do Código Penal:

Fazer justiça pelas próprias mãos, para satisfazer pretensão, embora legítima, salvo quando a lei o permite.

Pena: detenção, de quinze dias a um mês, ou multa, além da pena correspondente à violência.

Também me despertam interesse os estudos sobre jurisprudência, dolo, culpa, infrações penais e os elementos que envolvem a responsabilidade criminal.

Uma observação importante

Não cursei Direito, tampouco tenho especialização em Direito Penal, e com isso tenho fascínio por séries criminais. A mente humana, os mistérios, as investigações, a análise de comportamentos e a busca pela verdade despertam minha curiosidade e prendem minha atenção.

Talvez aquele sonho dos 17 anos não tenha desaparecido. Apenas tenha permanecido guardado em algum lugar dentro de mim. Já que o assunto é Direito Penal, não poderia deixar de mencionar minhas temporadas de séries criminais!



Gosto de observar como uma investigação se desenvolve, como as evidências são confrontadas, como as contradições aparecem e como a busca pela verdade exige atenção aos detalhes.

É claro que ficção é ficção, e a realidade jurídica é muito mais complexa.

Mas uma coisa é certa: meu interesse pelo universo criminal vai muito além de descobrir quem é o culpado. É compreender os fatos, as motivações, as circunstâncias e as consequências.

↪ Note: Além das séries investigativas e criminais, também gosto de acompanhar os acontecimentos que marcam o mundo, observando os fatos, refletindo sobre seus desdobramentos, e percebendo que nada está direito.

Diariamente, somos bombardeados.
Com uma gigantesca avalanche de informações.



Não me interessa apenas saber o que aconteceu. Gosto de compreender os contextos, questionar informações, confrontar perspectivas e buscar elementos que me permitam construir minhas próprias interpretações.



Acredito que acompanhar o mundo exige mais do que receber informações: exige senso crítico, discernimento.



Não quero apenas consumir informações; quero desenvolver a capacidade de compreendê-las.


Sério? Sim! O mundo dorme de um jeito, e acorda de outro modo.


Fatos inesperados podem mudar o rumo em poucas horas.


Meu Deus!!! A notícia não é boa...
  


Nem toda notícia é boa, e o mundo produz fatos a todo instante.


Sempre há um relato de um acontecimento que podem ser negativos ou simplesmente informativos.



E o mundo não se limita às fronteiras geográficas.

 


Claro, o cenário internacional é muitas vezes, imprevisível.


Fato que os acontecimentos negativos frequentemente recebem grande destaque.


Com isso, tenho a impressão de que as notícias ruins frequentemente superam as boas.



Não quero fechar os olhos para as dificuldades do mundo, mas também não quero permitir que as más notícias sejam a única lente pela qual enxergo a humanidade.


Pois o mundo real tem episódios que nos deixam sem palavras.


👀Retrospectivas que marcaram...
Não quero conhecer/lembrar apenas das tragédias da humanidade, quero reconhecer/lembrar também da capacidade de evoluir/evolução.


Com tudo isso, tenho a impressão é de colapso total, e fica a sensação de que nada está direito.


Seguindo outros rumos, e graduada em outras áreas... 


Elisabete R💋drigues


 


 




 











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