Meu livro


Dragão (meu reflexo)...
A personagem ...
Eu ... como pessoa ... meus símbolos ... definição de mim ... 


Para uns admirável, para outros assustadora.
Para uns a calma/serenidade, para outros a destruição.

Quem vê apenas a aparência enxerga a superfície, quem enxerga a essência conhece a força do dragão e o poder de decisão da foice.
1. Foice (corto tudo que não acrescenta nada na vida, e não sou acessível para qualquer coisa).
2. Dragão (força ancestral e espiritual que sei canalizar, posso ser devastadora se não souber equilibrar, e sou justa e imparcial). 

"Não dou acesso fácil — e não volto atrás sem motivo real.”

Eu...
Sem sorriso/contida, não explico, não convido, e me imponho.
Não preciso gritar, não preciso convencer. 
Só de existir é o suficiente para causar tensão.
Entro em cena para expor. 
Se há mentira, revelo. 
Se há aparência, desmonto.
Ninguém fica neutro perto de mim, quem é real permanece, quem é de aparência cai, e não negocio com ilusões.
Possuo integridade extrema e coragem para não me adaptar ao falso, e incomodo.

Não sou cruel, só não sustento a mentira.
Não sou a vingança, sou ajuste de contas (colheita/consequência).

Por onde passo, ilusões desmoronam, estruturas erguidas sobre mentiras e as máscaras desabam.
E não preciso de redenção (não considera errado trazer a verdade à tona), o mundo ao meu redor é que está em dívida com a verdade, portanto, se o falso existe minha foice corta, já o dragão queima, e o caos acontece.
Quando a verdade derruba a mentira, não é a verdade que cria o caos — ela apenas revela o caos que a mentira escondia.

Por fim, "ela/personagem" não é destruição aleatória, é purificação, e temos o renascimento através do colapso. 
O colapso não é o fim — é a passagem para algo mais verdadeiro.

Ela? Eu... uma indomável que existe com tanta verdade que qualquer tentativa de controle, falha.

Simbologia:
Nada escapa, tudo é encarado!
Não existe desculpa para máscara ou fuga.
Ciclos são/foram encerrados, de forma limpa, direta, sem retorno, justiça inevitável.

Note: o texto é dissertativo-reflexivo de caráter autobiográfico, com linguagem de prosa poética e estrutura de manifesto filosófico.
Não é um texto comum, tem voz autoral forte.
Não é história, é mensagem, vivência, e posicionamento.

Em breve... minha vida nas livrarias.
Elisabete R💋drigues